Você juntou a entrada, aprovou o financiamento e a parcela cabe no bolso. Negócio fechado? Ainda não. Um erro clássico de quem compra o primeiro imóvel é esquecer da “Verba de Documentação”.
Em média, você precisará de 4% a 6% do valor do imóvel em dinheiro vivo para pagar taxas obrigatórias antes de pegar as chaves. Se você comprou um apartamento de R$ 500 mil, estamos falando de R$ 20 mil a R$ 30 mil extras.
Saiba para onde vai esse dinheiro.
1. ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis)
É o imposto municipal cobrado pela prefeitura para oficializar a troca de dono. A alíquota varia por cidade (geralmente entre 2% e 3% do valor venal). Em 2026, algumas prefeituras oferecem descontos para o primeiro imóvel financiado pelo SFH, vale conferir.
2. Registro de Imóveis
Após pagar o ITBI, você precisa registrar a escritura (ou contrato do banco) no Cartório de Registro de Imóveis. O valor é tabelado por faixas de preço do imóvel. Sem isso, você tem a posse, mas não é legalmente o dono.
3. Escritura Pública (Para compras à vista)
Se você não financiar, precisará fazer uma Escritura no Tabelionato de Notas. Se financiar, o contrato do banco tem força de escritura, economizando essa etapa.
4. Taxa de Vistoria Bancária
O banco cobra (geralmente entre R$ 3.000 a R$ 4.000) para enviar um engenheiro avaliar se o imóvel vale o preço que você está pagando. Essa taxa é descontada na aprovação ou paga via boleto.
Planejamento é tudo!
Não deixe para descobrir esses custos na hora de assinar. Nossos consultores preparam uma planilha de custos totais antes mesmo de você fazer a proposta, para que sua reserva financeira seja suficiente.






